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Por que investir em crédito estudantil?

Entrar na universidade está muito mais fácil para os calouros do que há 10 anos por conta da variedade de faculdades no país. Porém, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), revelou que, entre os estudantes brasileiros que se formam no ensino médio, cerca de 70% não ingressam nas universidades por falta de dinheiro.

Ainda como resultado da pesquisa, dados mostram que 23% não prosseguiram com os estudos porque não conseguiram vagas em universidades públicas.

O encolhimento do Fies – Financiamento Estudantil do Governo Federal, levou os estudantes a buscar pela contratação de um financiamento privado. Por isso, empresas especializadas em crédito estudantil ganharam destaque no mercado e têm sido pauta para os investidores.

Para quem ainda não está familiarizado com o assunto e está à procura de uma nova área de investimento, este post aborda três motivos para que você aposte nos créditos estudantis. Confira:

1.Destaque no mercado

Com a estabilidade da taxa básica de juros, a SELIC, a redução do passe de verbas para o Fies e na entrada de recursos do BNDES para a modalidades do programa de financiamento estudantil do governo, os créditos universitários propostos pela iniciativa privada ganharam fôlego. Segundo o Ministério da Educação, desde 2010, cerca de 2 milhões de brasileiros contrataram crédito estudantil.

Estes dados mostram que o capital privado tem ganhado espaço neste mercado de forma acelerada, impossibilitando que empresas especializadas registrem queda uma queda nessa área de investimento.

Além do grande número de estudantes ativos com seus créditos, a busca por cursos de especialização para pessoas que já concluíram a graduação cresceu.

Essa mudança de pensamento aumentou ainda mais a procura pelo crédito, trazendo para as financiadoras um público que busca por cursos que vão além da graduação. Dessa forma, o dinheiro investido passa mais tempo em circulação aumentando a rentabilidade para os investidores.

2. Retorno reajustado

Cada financiadora de crédito estudantil tem taxas e níveis de investimentos diferentes para quem procura aplicações na área acadêmica. Em média, as empresas especializadas em financiar cursos de graduação e pós-graduação garantem ao investidor uma rentabilidade de 22% de retorno ao ano*.

Segundo dados do Fies, disponibilizados pelo Ministério da Educação, o Governo teve uma redução de cerca de 60% do número de novos contratos que contavam com subsídio público.

Em contrapartida, o número de contratos financiados pela iniciativa privada quadriplicou nos últimos anos.

Por repassar o valor integral para a Instituição e manter o débito direto com o aluno, o investimento feito terá retorno baseado no valor do curso com seus reajustes e em quanto tempo o aluno terá para quitar as parcelas.

Quantos maiores as parcelas, maiores os juros. Dessa forma, o dinheiro continua rendendo enquanto o débito se manter ativo, rendendo sob o valor investido pelo calouro na universidade. Em consequência, o valor investido terá retorno reajustado com os juros oferecidos pela instituição.

3. Saiba sobre a instituição e suas parcerias

No Brasil, segundo o Ministério da Educação, há cerca de 7,5 milhões de universitários no país. Mesmo com o alto número de estudantes e com uma procura pelo financiamento privado, é imprescindível que a instituição seja renomada no mercado e parceira de grandes unidades educacionais para que seu investimento valha a pena.

Ter parcerias com instituições que tenham reconhecimento no mercado garantem a qualidade do curso e o investimento do aluno.

Com isso, o dinheiro investido poderá render mais por oferecer uma grande variedade de universidades parceiras e consequentemente, um alto número de alunos que procuram pelo financiamento.

O crédito estudantil é uma excelente área de investimento para quem procura formas de investimento. Todas as dicas são selecionadas e avaliadas para que a sua aplicação não vá para uma área desvalorizada no mercado.

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